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Duda Beat encerra “Acústico & Tal Session” com versão inédita de “NiGHT MARé”

Projeto audiovisual revisitou faixas de diferentes fases da carreira e encerra nesta sexta-feira (21) com a releitura de um dos maiores sucessos de “Tara e Tal”

21/08/2026 às 16h44
Por: Redação
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Duda Beat encerra “Acústico & Tal Session” com versão inédita de “NiGHT MARé”

(Vídeo)

DUDA BEAT chega ao último capítulo do “Acústico & Tal Session” nesta sexta-feira (21), com uma nova versão de “NiGHT MARé”, um dos maiores sucessos do álbum Tara e Tal. O projeto audiovisual nasceu a partir do espetáculo “Acústico & Tal”, que rodou pelo país com sessões esgotadas, e reúne quatro faixas de diferentes fases da discografia de Duda, com produção musical de Lux Ferreira e Tomás Tróia.

A releitura de “NiGHT MARé” parte de um contraste com a versão original. Marcada pela mistura de música eletrônica e industrial, guitarra distorcida e referências ao new metal, a faixa ganha outra atmosfera no acústico. O violão e o piano suavizam a textura da música e abrem espaço para uma interpretação mais debochada e sarcástica de Duda, enquanto baixo e bateria preservam parte da pulsação da versão original.

O resultado é uma “NiGHT MARé” mais suingada e leve, que mantém a personalidade da composição, mas encontra novas nuances de interpretação e na dinâmica do arranjo. A versão também evidencia elementos da música que, na gravação original, aparecem atravessados pela densidade da produção.

A série estreou com “Back To Bad”, de Sinto Muito, em uma versão mais minimalista e centrada na interpretação. Depois, “Casa”, de esse delírio vol. 1, manteve sua delicadeza e ganhou novos detalhes na performance ao vivo, celebrando um ano do EP. Na última semana, “Mais Ninguém”, de Te Amo Lá Fora, apareceu ainda mais sensível e melancólica. 

Na sequência de quatro episódios, DUDA BEAT leva para o audiovisual a atmosfera da sala de casa e transforma diferentes momentos de sua discografia em novas experiências de escuta. Ao revisitar músicas que já conhece por dentro, a cantora mostra que sua própria trajetória não é um arquivo fechado: é repertório vivo, capaz de continuar provocando novas ideias, interpretações e caminhos.

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